sábado, 18 de janeiro de 2014

Oeste Catarinense/ Argentina e Tríplice Fronteira

Após um árduo e longo ano de trabalho, com alegrias, lutas, provações e muita perseverança, finalmente as merecidas férias. Nossa viagem ao Ushuaia foi adiada para o segundo tempo da prorrogação, no entanto não desanimamos, e o hábito de pegar a estrada fala mais forte, nem que sejam meros 2200 kilometros.

Decidimos que iriamos a Foz do Iguaçu, para visitar as cataratas e principalmente para fazer umas comprinhas na boa e velha Ciudad del Este - Paraguai.
Como já estamos "carecas" de fazer o roteiro via Francisco Beltrão,Realeza,Medianeira e Foz, desta vez optamos por fazer o seguinte roteiro:

Palhoça - Fraiburgo/ Caçador = 410 KM (Com direito a uma bela feijoada feita pelo meu sogro).

Caçador - Vargeão/Xanxerê/Maravilha/São Miguel do Oeste/Dionísio Cerqueira e 


Bernardo de Irigoyen - Argentina = 396 KM (Pela BR 282) - Comprinhas na Argentina.

"Viva Cristina" ... peso a 0,25 centavos de real  a vez do " Dame dos é nossa".


Bernardo de Irigoyen - Argentina - San Antônio/Andresito/Puerto Iguazú - 

Foz do Iguaçú = 190 KM (Camping Paudimar).


Total da kilometragem percorrida = 996 KM


Saímos no dia 07/01, como sempre não conseguimos sair cedo, mais logo após ao meio dia fomos para a estrada. Paradinha em Bom Retiro para um lanchinho e tocada até Lages passando por São José do Cerrito (assim não pagamos pedágio),Monte Carlo,Fraiburgo (Visitinha rápida ao Tio Nilton na farmácia) e Caçador (a casa da sogra).

08/01 Após um delicioso café da manhã e uma passadinha na casa da Gil, rumamos com destino ao extremo oeste catarinense, estrada bem tranquila. Parada para almoço as margens da BR 153 em Vargeão-SC no restaurante Meteoro,que tem um mirante que permite ver a beleza da região, para subir paga-se dois reais,porém a dona do restaurante disse que como havíamos almoçado não teríamos que pagar mais nada e poderíamos subir, então lá fomos nós, fizemos boas fotos e curtimos a vista. A propósito! a comida é simples porem boa, e a 17,50 por pessoa o bufe vem acompanhado de bife,polenta e um tipo de amburguer crioulo.
Nem tínhamos rodado 500 metros e vimos a placa que indicava acesso a cidade de Vargeão, como tínhamos que ir a uma lotérica, lá fomos nós, e para nossa surpresa, a cidade é de primeira, muito limpa e organizada, verdadeiro paraíso para quem gosta de sossego.Parabém ao povo e ao prefeito.Ainda na saída da cidade aproveitamos para  nos refrescar em uma fonte maravilhosa na saída da cidade.




Continuamos nossa tocada rumo à fronteira, passando por cidades como Xanxerê,Pinhalzinho,Maravilha a cidade das crianças, deu até vontade de dar um chego na casa do meu amigo Odi, parceiro dos tempos da Faculdade, mas ficamos só na foto do portal. Parada  vez ou outra para fotos, água e até uma bela fatia de melancia gelada. Passando por Guaraciaba, São Miguel do Oeste, também com fotos do portal da entrada da cidade onde será a nova morada de nosso  parceiro Cléverson, companheiro da viagem ao Atacama em 2011.























Na chegada a Dionísio Cerqueira um xarope de um motorista de ônibus da empresa Vava Tur nos encheu de buzinaço só porque estávamos parados para tirar uma foto na placa... carinha mais sem espírito de viajante... juro que até tentei mas não me contive... (crianças não façam isso) emparelhei com ele mais a frente, e tome dedo hehe. 
Demos uma rápida volta na cidade e fomos procurar onde fazer a carta verde (seguro contra terceiros obrigatório para carros brasileiros transitar na Argentina), fomos a um despachante no lado brasileiro, que nos informou que poderíamos fazer a carta verde do lado Argentino,(Bernardo de Irigoyen) acabei fazendo no posto de gasolina pagando 22,00 reais para 7 dias. Compramos pesos de cambistas na rua mesmo eles vendem mais barato que na casa de câmbio e são confiáveis, ao menos o que nos vendeu. Comprinhas de lanche no mercado, remédios e desodorante na farmácia (01 caixa de aspirina por 26 pesos = 6,50 reais "que venha a dor de cabeça").Até pensamos em passar a noite em um hotel por ali mas nos pediram R$ 280 "pila" por uma noite e em um hotel meia boca.
Parque público na divisa entre Dionísio Cerqueira e Bernardo de Irigoyen



Fizemos a votação e embora cansados, resolvemos tocar até Foz, ficando dentro de nosso roteiro.

Bernardo de Irigoyen (Ar), San Antonio (Ar), Andresito (Ar),Vanda (Ar),Puerto Iguaçú (Ar) e Foz do Iguaçu (Br).
Mesmo sendo macaco velho de estrada, nunca havíamos feito o caminho em direção à Foz por dentro de Argentina. Nossa conclusão:É muito bacana, a estrada é boa, toda pavimentada, sem pedágios e com 190 KM apenas, você sai do estremo Oeste catarinense e já esta em Foz do Iguaçu (Pr). Mais um detalhe, abastecendo com gasolina pura (Super) a míseros 10 Pesos, o que em real é igual a R$ 2,50.O que não recomendamos, é que se faça este trecho durante a noite, pois não há nada entre uma cidade e outra, a não ser os animais do Parque Nacional que constantemente atravessam a estrada,confesso que da uma certa tensão, mas fazer o que quem está na chuva é para se molhar, o que valeu muito foi que tivemos a oportunidade de fazer belas fotos do astro rei se pondo sobre o Parque Nacional de Iguaçu. Portanto cuidado para não maltratar os bichinhos.










Chegamos em Foz já passavam das 23:00hs, fomos direto ao camping Paldimar, e optamos por um quarto com ar e uma boa cama para a primeira noite. Preço R$ 130,00 por uma noite e café da manhã.Foi uma noite maravilhosa,dormimos muito bem e acordamos novinhos, prontos para curtir o Paraguai.


sexta-feira, 5 de julho de 2013

Praias de Imbituba - Santa Catarina - Brasil



Salve salve simpatia... enquanto preparamos nossa expedição para o Ushuaia, Patagônia,  aproveitamos para desbravar as nossas maravilhosas praias de Santa Catarina. Nossa última aventura foi fazer a trilha das dunas das praias de Imbituba, de quebra um passeio pela gostosa lagoa de Ibiraquera e Praia da Vila.
Embora no inverno, mas é justamente nesta época que a tranquilidade impera por aqui, considerando que no verão nossas praias são tomadas pelos turistas e pela população local, o que é muito bom, pois o turismo trás considerável incremento de recursos para os cofres de todos do comércio em geral.
Para aqueles que vierem a Santa Catarina, recomendamos não deixar de Fazer uma visita a Imbituba e suas maravilhosas praias. Para o inverno, o ponto alto fica por conta da observação de baleias, que nesta época do ano, deixam as geladas águas da Patagônia, para virem procriar nos mares Catarinenses.

                                                    Gaivotas na Lagoa de Ibiraquéra - Imbituba/SC
                                                                       Rastros na areia
                                                                         Filho amado

                                             Meu amor... explorando as dunas
                                                      Só curtindo o visual
                                                                     Dá uma mãozinha

                                                         

quarta-feira, 1 de maio de 2013

EXPEDIÇÃO ATACAMA NAS PAGINAS DO JORNAL

Em parceria com o Jornal Noticias do Dia, nossa expedição ganhou as páginas do jornal. A jornalista Alessandra, foi quem acompanhou nossa viagem. Nos mantínhamos contato com ela e por email, enviávamos fotos e comentários que contribuíam com as matérias  e eram publicadas semanalmente na coluna sobre viagem. Quando retornamos a nossa casa, o jornal publicou uma matéria com entrevista e várias fotos de nossa expedição. Ao Jornal Noticias do Dia e a jornalista Alessandra nosso muito obrigado, certamente para nós é um orgulho, ver nossa aventura estampada nas páginas de um de grande circulação e sobretudo qualidade.

Confiram algumas matérias publicadas.






quinta-feira, 7 de março de 2013

Expedição Atacama - parte final

    Chegamos ao final de nossa expedição ao Atacama e a tantas outras cidades belíssimas que encontramos no trajeto dos mais de 9000 kilômetros que percorremos em 27 dias, dias estes que estão imortalizados em nossas mentes e corações. Obrigado a todos nossos familiares,amigos e leitores, que nos acompanharam e torceram por nós. Nas próximas postagens, iniciaremos os relatos a cerca das principais cidades que passamos, custo da viagem, hospedagem, situações curiosas e tudo mais, temos o objetivo de auxiliar futuros aventureiros deixem de sonhar, e coloquem o "pé" na estrada.
   Já estamos nos preparando para a Expedição Ushuaia 2013/14... em breve mais esta aventura estará aqui para ser compartilhada com todas.
   Grande abraço de toda a família Avila, esperamos sinceramente que tenham gostado dos relatos.
Fiquem todos na presença de Deus.
 "Viajar é parar o relógio, olhar firme para o horizonte, encher o coração de esperança e desfrutar de toda a maravilha que Deus colocou na terra." Eu sei que existe... Eu fui lá e ví." (Ricardo Kamphorst Avila)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Expedição Atacama 27° Dia - São Lourenço do Sul a Fraiburgo via Serra Gaúcha







Finalmente estávamos encerrando nossa expedição, percorremos os últimos 640 kilômetros que nos separavam da conclusão de nosso sonho, um misto de euforia e felicidade enchia nossos corações. Havíamos deixado nossa filha na casa dos avós, estávamos com muita saudades  e ansiosos para rever todos, por isso saímos logo cedo, optamos por fazer nosso percurso pela serra gaúcha, pois tínhamos curiosidade em conhecer o caminho, nosso valente "fiestinha", começou a dar o primeiro sinal de cansaço da viagem e começou a fazer um barulho de estalo, que aos poucos foi aumentando, passamos por Porto Alegre, Portão e fomos parar lá pelas duas da tarde para almoçarmos, em uma cidadezinha muito bonita, chamada Picada Café, onde aproveitamos para fazer fotos de um moinho com uma gigante roda d'água, e comprar uma lembrancinha para minha mãe. A serra gaúcha é realmente bela, porém percebemos  que devemos retornar para curti-la melhor, pois para quem está em clima de encerramento de viagem, acaba por não aproveitar todas as belezas encontradas pelo trajeto. Continuávamos nosso regresso, e o barulho em nosso carro também continuava, quando chegamos em Caxias do Sul, pensei em parar em uma oficina para resolver o problema, mas entre ficar parado na oficina e tentar chegar antes do anoitecer, fiquei com a segunda opção, e apenas registramos um velho casarão na cidade. Seguimos acompanhados do tec, tec que parecia vir do eixo do carro, quando chegamos na cidade de São Marcos ao parar no semáforo, quando fui arrancar percebi que o barulho era maior quando o carro era mais exigido na troca de marchas, achei que ficaríamos por ali. Para ajudar, caiu o maior pé d'água, que acabou nos acompanhando até Fraiburgo, passamos por Vacaria no RS, já próximo das seis da tarde, e nossa pressa era tanta, que só fui perceber um radar, um mês depois quando a multa chegou em nossa casa, tudo bem vou usar a desculpa da chuva forte que caia na hora, impedindo-me de ver o radar... rsrsrs. Finalmente Chegamos a Fraiburgo, a cidade do nosso coração, que nos acolheu por muitos anos. Chegamos já próximo das nove horas da noite, a tempo de matar a saudade de nossa filha amada e filar um jantar na casa de minha irmã lú. Quanto ao barrulho do carro, no outro dia quando fui a ofícina do meu amigo Fábio, logo ele resolveu o problema, tratava-se de uma trizeta, que foi substituida por miseros 80 reais.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Expedição Atacama - 26° Dia - Chuy (Ur) a São Lourenço do Sul (RS)

Acordamos já passava das nove da manhã, fomos a uma cafeteria no Chui brasileirol, atravessamos a rua e aproveitamos para fazer umas comprinhas nas lojas de free Shopping do lado uruguaio, afinal, com preços parecidos com os do Paraguai tudo fica mais fácil e ninguém é de ferro... hehe...continua abaixo...








Compras feitas, aproveitamos para visitar novamente o Forte São Miguel, que fica, na divisa com o extremo sul do Brasil - a 9 Km da cidade de Chuy - está localizado sobre a Serra de São Miguel, a 35 metros sobre o nível do mar, no Departamento de Rocha, a aproximadamente 350 Km a leste da capital uruguaia.
De menores proporções que a Fortaleza de Santa Teresa  - da qual dista em torno de 48 Km - o Forte de São Miguel foi construído pelos portugueses, em 1737, a mando do Brigadeiro José da Silva Paes, que havia fundado e fortificado neste mesmo ano a cidade de Rio Grande de São Pedro, primeira cidade do atual estado do Rio Grande do Sul, e que dois anos depois iria dar início ao sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis, recomendamos a visita, pois é um lugar rico em história e com paisagens sensacionais.
 Após concluir nossa visita ao forte, voltamos ao Chui para comprarmos lanche para nossa viagem de regresso, fomos ao supermercado, compramos refrigerante e mais algumas guloseimas para as crianças. Quando já estávamos na saída da cidade percebi que alguns motoristas nos  faziam sinal, foi quando percebemos que o tule de nosso carro estava  aberto, espalhando parte de nossas coisas pela estrada, parei rapidamente o carro e tratamos de recolher nossas coisas. Infelizmente o tule sofreu uma pequena avaria, nada que não possa ser recuperado,  ainda bem, pois o Cléverson o comprou justamente para esta viagem. Problema resolvido, retomamos nossa viagem de regresso, passando pela reserva do Taim, ou estação ecológica do Taim, a estação abrange uma área de 34.000 hectares nos municípios do Rio Grande e de Santa Vitória do Palmar. Sua finalidade é a preservação de um grande viveiro natural de animais e vegetais distribuídos em banhados, campos, lagoas, praias arenosas e dunas litorâneas. A região abriga diversos ecossistemas e possui alto valor ecológico para pesquisas e experimentos. As espécies de animais são capivaras, ratões, jacarés, tartarugas, tachã, garça-vaqueira entre outras, para maiores informações, recomendamos o site www.turismo.rs.gov.br. Paramos bem em meio a reserva para fazer nosso lanche e aproveitamos para fotografar alguns bichinhos. Percorremos  toda a reserva do Taim, e seguindo nossa tocada, paramos na cidade de Pelotas, onde existe uma ponte antiga, um lugar bacana, de onde muitas pessoas praticam a pesca, além de ser um ponto estratégico para fotos. Chegamos a São Lorenço do Sul perto das oito da noite, tempo para encontrarmos um bom hotel a beira da estrada, onde pudemos desfrutar de uma boa comida típica e um quarto bem amplo com ar, tv a cabo e o melhor uma cama confortável...

domingo, 9 de dezembro de 2012

Expedição Atacama 25° Dia Atlanta (Ur) a Chui - BRASIL

Saindo da praia de Atlanta, muitas coisas ainda tínhamos para ver nos poucos kilômetros que nos separavam da divisa com nosso amado Brasil, entre elas, os inúmeros carros antigos as margens da "carretera", como também nossa programada ida a Cabo Polônio, onde já havíamos estado em 2009, mas queríamos levar o nosso filho Tui para conhecer e é claro rever aquele lugar paradisíaco. Em nossa passagem por alguns depósitos de carros antigos além de fazer o registro de inúmeras relíquias sendo consumida pela ação do tempo, conseguimos garimpar algumas peças para nossa coleção, entre elas, aro de volante, botão de busina, calotas e algumas placas.Também tentamos comprar um galão para transporte de combustível de um senhor dono de um depósito, mas ele quis nos extorquir, e pediu 100 dólares, agradeci e deixei pra lá. Uma agradável surpresa, foi a que tivemos, ao chegar em um pequeno ponto de parada e verificar que o adesivo de nossa última viagem ainda estava colado no vidro da lanchonete, percebi a surpresa nos olhos de minha esposa estávamos deixando nossa marca mais uma vez e lá foi ela colar o adesivo da expedição.
Fizemos um lanchinho aproveitando a nostalgia do lugar e tocamos em direção a Cabo Polônio.





Adesivos de nossas duas passagens pelo Uruguai



No caminho para Cabo Polônio, encontramos mais um valente fusquinha rodando pelas carreteras do Uruguai e dale fotos. Chegamos ao trevo que dá acesso a Cabo Polônio, onde pequenas casinhas de madeira guardam as bilheterias que vendem as passagens para os veículos 4x4 de várias empresas que levam os turistas até o vilarejo (esses são os únicos meios de transportes autorizados a "encarar" as dunas de acesso ao cabo) vá se acostumando. Historicamente, a região é um lugar de difícil acesso, seja por terra ou por mar. Na chegada, mais uma agradável surpresa, na placa de acesso, encontramos outro adesivo que havíamos colado em nossa passagem por ali no ano 2009. Pena que nossos adesivos haviam terminado...Fica para a próxima, fazer o quê???














Além de toda a beleza de Cabo Polônio também é aqui que se pode observar uma das maiores concentrações de lobos-marinhos da América do Sul. Outro ponto bacana é o farol, de onde é possível se ter uma visão de 360° do lugar, para se ter acesso ao farol, é necessário pagar ingresso, no entanto o valor é irrisório, e vale muito a pena, nosso filho Tui, subiu para fazer umas fotos. Apesar de toda a beleza, Cabo Polônio não conta com luz elétrica, e a comida que é vendida no local, é extremamente cara, vale a dica...leve água e um lanchinho na mochila, ou esteja disposto a pagar. Ainda na chegada, quando estavámos abordo do caminhão 4x4, quase chegando no Cabo, acabei deixando cair nossa toalha de banho, fazer o quê né...já era... Bem que minha esposa me avisou. Curtimos bastante nossa passagem pelo Cabo, e já no final da tarde, retornamos para pegar nosso carro e seguir em direção ao Chui.

Tínhamos a intenção de acampar no Camping do Forte Santa Tereza, um lugar muito bonito que havíamos estado em nossa última viagem ao Uruguai, mas para nossa surpresa, quando chegamos ao camping, fomos informados que para acampar ali teríamos que pagar o preço de uma semana, o que não estava mais dentro do orçamento de quem está em final de viagem, afinal queríamos passar só uma noite. O que é curioso, é que na chegada ao parque, existe uma placa indicando que a entrada é gratuita, imagino que a gratuidade não se estenda a brasileiros. Diante disso, rumamos para a fronteira com nosso querido Brasil, e após 25 dias, exatamente as nove horas e nove minutos, paramos o nosso valente Fiestinha já no lado brasileiro para registrar nosso retorno.

Placa indicando gratuidade na entrada do Camping do ForteSanta Tereza

Chegada a Nosso querido Brasil



Fomos procurar um hotel, ficamos no Rivero, um hotel bem meia boca, o cara da recepção nos deu um quarto no terceiro andar, o agravante, é que não há elevador pois é um prédio antigo, mas quem aprecia antiguidade não pode reclamar... fazer o quê né. Nos acomodamos e em seguida rumamos para uma churrascaria, após 25 dias comendo papas frita, ensalada, pollo e empanadas, nada melhor que um bom e velho feijão com arroz. Já fartos, retornamos ao hotel para o merecido repouso...